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O Agro não para: Prepare sua fazenda para o coronavírus

O Agro não para: Prepare sua fazenda para o coronavírus

As notícias não param de surgir. A realidade é bastante dura: a doença de coronavírus 2019 (COVID-19) agora representa um risco significativo aqui no Brasil. Em 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde caracterizou oficialmente o COVID-19 como uma pandemia. A fazenda não pode parar, mas pode se adequar para se proteger e fazer com que prepare sua fazenda para o coronavírus? Confira abaixo algumas ideias:

Lave suas mãos!

Obviamente, disponibilize muitas estações de lavagem de mãos e/ou recipientes de desinfetante para seus funcionários. Isso inclui galpões, escritórios, caminhões, etc. A lavagem das mãos é uma das melhores maneiras de impedir a propagação do vírus.

Distribua álcool gel para higienização das mãos no campo.

Além disso, higienize maçanetas, interruptores, máquinas de café, cabines de tratores, todos os equipamentos de uso comum.

Prepare-se para o trabalho remoto

Obviamente, o setor agropecuário tem uma característica de que a grande maioria do trabalho deve ser realizada pessoalmente. A tecnologia agrícola já percorreu um longo caminho, mas as pessoas ainda precisam cuidar do gado e administrar os equipamentos. Mas alguns funcionários poderiam, pelo menos em teoria, trabalhar remotamente. Isso pode ser aconselhável quando os funcionários têm problemas com os cuidados com os filhos devido a fechamentos das escolas ou simplesmente para limitar o contato.

Sempre que possível, forneça laptops e acesso remoto aos funcionários do escritório com antecedência, caso sua área sofra um surto viral. Isso limitará o número de pessoas que entram em sua fazenda ou empresa. Adie grandes reuniões pessoais (tente videoconferências ou telefonemas) e viagens desnecessárias.

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Cancelamento de visitas

Cancele as visitas de fornecedores e de qualquer pessoa de fora da fazenda. Deve-se evitar ao máximo a circulação de pessoas na fazenda.

Considere o manual do funcionário e a política de licença médica

As empresas devem incentivar qualquer funcionário que mostre sinais de doença a ficar em casa para impedir a propagação da doença a trabalhadores saudáveis. Os empregadores podem exigir que um funcionário infectado ou em risco fique em casa longe do trabalho, se tiver uma crença objetiva razoável de que o empregado representa uma ameaça direta à força de trabalho.

Pode ser um momento para analisar se um aumento temporário nas licenças médicas disponíveis é apropriado. Pode haver alguns funcionários que abusam, mas uma política generosa de licença médica pode ajudar a evitar impactos mais significativos para outros funcionários e para os resultados finais. Qualquer mudança temporária na política deve ser documentada e aplicada de forma consistente a funcionários em situação semelhante.

Consulte seu advogado se você tiver dúvidas sobre como implementar essa alteração. Apesar da crise de saúde pública, as empresas ainda devem cumprir as inúmeras leis trabalhistas nos níveis local, estadual e federal (leis antidiscriminatórias, bem como leis que regem a segurança do trabalhador, a privacidade do trabalhador, os requisitos de salário e hora e as proteções para trabalhadores com deficiência, etc.).

Avalie as necessidades de mão de obra e suprimento

Fazendas e empresas devem se preparar para a possibilidade de que tenham poucos funcionários em algum momento da crise. Existem coisas que podem ser feitas remotamente? A tecnologia pode ajudar a preencher a lacuna? Dependendo do tamanho da sua operação, isso pode significar mais horas para os proprietários e suas famílias. Planejar agora o potencial de escassez de mão-de-obra aliviará a carga se e quando ocorrer.

Mantenha apenas atividades essenciais da fazenda.

Além disso, deve-se adotar turnos de trabalho sempre que possível para reduzir o número de pessoas trabalhando na fazenda ao mesmo tempo.

À medida que mais empresas fecham, proíbem viagens ou reduzem funcionários, as operações agrícolas também serão afetadas. Uma operação de pecuária deve garantir que tenha ração, medicamentos, equipamentos e vacinas suficientes para durar por uma curta interrupção. Converse com seu veterinário sobre o que você pode fazer para se preparar.

Muitas matérias-primas vêm da China, que está sofrendo perturbações econômicas do vírus. As empresas devem garantir que eles tenham os suprimentos necessários para suportar uma pequena interrupção também. Proprietários e gerentes devem conversar com clientes e fornecedores para discutir agora os planos, caso o vírus interrompa as atividades comerciais diárias.

Aumente o número de vans para transporte

Essa medida é importante para reduzir o número de pessoas que viajam na mesma van. É essencial higienizar a van a cada viagem.

Comunique-se!

A comunicação clara é essencial para que funcionários, clientes, agentes e outras pessoas saibam o que esperar. Proprietários e gerentes devem comunicar planos e mudanças nas políticas aos funcionários por e-mail, materiais impressos e telefonemas ou teleconferências. Forneça esses materiais no idioma falado pelos funcionários. Procure informações de recursos governamentais válidos, como o Ministério da Saúde e o departamento de saúde local. Antecipe interrupções futuras e planeje como resolvê-las. Comunique esses planos aos funcionários.

Oriente seus funcionários para que fiquem em casa nas horas vagas, bem como para que mantenham a distância de 2 metros entre as pessoas.

Fique calmo, mas vigilante.

E lave as mãos!

Fonte: Núcleo Feminino do Agronegócio (NFA) e Sucessful Farming, traduzida e adaptada pela Equipe BeefPoint.

Startups paranaenses encontram nicho na pecuária

Startups paranaenses encontram nicho na pecuária

Empresas oferecem soluções para a gestão do rebanho e o aumento de produtividade.

As novas relações de produção deram início a uma profunda transformação no meio rural. Ainda que não seja uma realidade para todo o setor, a revolução digital encontrou no setor agropecuário um potencial a ser explorado de tal maneira, que as tecnologias se tornaram aliadas para o desenvolvimento do campo e suas formas de produção.

De olho nestas transformações, as startups, empresas em fase inicial que possuem uma proposta de negócio inovadora e com um grande potencial de crescimento, ocuparam um novo nicho de mercado. As AgTechs, termo utilizado para empresas de tecnologia aplicada ao setor rural, passaram a viabilizar soluções e modelos de gestão para os agricultores e pecuaristas.

O Brasil também está colhendo os frutos desta tendência mundial. De acordo com a AgTech Garage, um dos principais hubs de inovação no agronegócio no país, houve um aumento de, pelo menos, 150% no número destas startups entre 2016 e 2018. Ainda, no 2º Censo AgTech Startups Brasil, realizado em parceria com a Esalq/USP e com apoio do Sistema CNA, 12 das 184 AgTechs que participaram do estudo são paranaenses.

Outro estudo realizado pela Associação Brasileira de Startups (ABS) mostra que, no total, 70% do território nacional têm startups que trabalham com agronegócio e, 37% dos Estados brasileiros possuem, no mínimo, três AgTechs. A região Sul se destaca pela maior representatividade, onde o Paraná aparece com 10% das AgTechs brasileiras.

Ou seja, o agronegócio é um ecossistema propício ao desbravamento por meio das startups, principalmente no Paraná. E a inegável vocação do Estado para o agronegócio é uma vantagem a ser aproveitada. Na pecuária, uma série de startups paranaenses já está à disposição dos produtores. Confira algumas delas, que podem colaborar na gestão da propriedade.

Gestão intuitiva

A Leigado surgiu em 2016, no município de Dois Vizinhos, no Sudoeste do Estado, com o objetivo de oferecer um software de gestão na pecuária de leite. De acordo com Giandro Masson, um dos sócios-fundadores, a ideia se manifestou a partir da convivência em propriedades rurais da família e amigos, que enfrentam empecilhos no manejo do gado leiteiro e no gerenciamento do negócio.

“Sempre acompanhei de perto essa área. Meu sogro é produtor de leite e via as dificuldades que ele tinha. Para ter acesso a uma informação simples sobre um animal, ele puxava uma pilha de papéis e perdia muito tempo”, diz. Na época, já existiam alguns softwares destinados à pecuária de leite, mas o sistema não era intuitivo, o que dificultava o manuseio por parte dos produtores.

A startup duovizinhense disponibiliza um software que, além de englobar toda a parte técnica de gestão dos animais, possui a administração financeira e de estoque. Os produtores também têm acesso a um aplicativo que pode ser utilizado de forma offline para fazer o lançamento dos dados. “Mesmo sem conexão, o produtor consegue utilizar o sistema. Depois tudo é sincronizado”, aponta Masson.

O software permite a automação do manejo do rebanho e da produção de leite na propriedade. O pecuarista pode fazer ajustes de temperatura, controlar os equipamentos à distância e até ter uma previsão de data para secagem do animal. “Os animais deixam de produzir por gestão ineficiente. Com o sistema, temos relatos de aumento de até 20% da produção. O software vai transformar dados em informação para fazer um controle melhor da propriedade”, explica o criador do sistema.

Ainda, o software da Leigado garante uma boa gestão com tecnologia acessível, para transformar a propriedade em uma empresa, estimulando a sucessão familiar. “O jovem precisa entender que não precisa estar com a mão na massa. É possível participar da gestão de outra maneira”, destaca.

As funcionalidades do sistema voltadas para o manejo incluem produção, como qualidade do leite, média de produção e dias em lactação; reprodução, como diagnóstico de gestação, intervalo entre partos e idade do primeiro parto; características zootécnicas do rebanho, como o histórico completo dos animais; e sanidade, que abrange itens como medicações agendadas, protocolos e ocorrência de enfermidades. Além disso, o produtor pode fazer o controle financeiro da propriedade e do estoque dos seus produtos.

Atualmente, a startup atende uma média de 400 propriedades, com clientes em 17 Estados e também fora do país – Portugal, Bolívia e México.

Definir padrões

Também no município de Dois Vizinhos, Everton Somenzi é um dos sócios-fundadores da Farmin e da MooTalk. A Farmin surgiu em 2015 com foco em desenvolvimento de soluções para gestão da pecuária de corte. Com um time de veterinários e zootecnistas, o software permite o monitoramento do rebanho.

O objetivo é melhorar a qualidade do rebanho (caprinos, ovinos e bovinos) pelo monitoramento de índices zootécnicos. Com os dados coletados no campo e os registros de rotina do manejo, o software da Farmin consegue apontar as melhores decisões. O sistema funciona de modo offline, por meio de um smartphone ou tablet.

Desta forma, o produtor consegue detectar problemas com antecedência e ter um histórico de cada animal, que auxiliam na melhoria da produtividade do rebanho. “Por exemplo, é possível identificar se um animal está com o ganho de peso abaixo da média do rebanho, detectar a prenhez de uma matriz ou mesmo saber qual o reprodutor mais apto e as fêmeas mais receptivas”, explica Somenzi.

A partir da Farmin, então, surgiu a MooTalk, desta vez para a pecuária de leite. Ainda em fase de testes, um brinco com chip em cada animal permite monitoramento do rebanho em tempo real, coletando informações zooténicas, de produção e reprodução. Nas propriedades onde acontecem os testes, a estimativa é de aumento de lucratividade em, pelo menos, R$ 100 por animal.

“O bovino de leite é muito de padrões e, por isso, estamos criando um volume de dados para conseguirmos desenhar esses padrões e entender melhor o comportamento do rebanho. Queremos detectar os instintos naturais do animal e fazer bom proveito disso”, esclarece, Somenzi.

Soluções diversificadas

Nos Campos Gerais, no município de Castro, a Confort’Agro buscou unir soluções para produtores de aves, suínos e gado de leite. Desde a sua criação, o software permite o monitoramento de ambiência dos aviários, granjas e currais, com controle de temperatura, sensação térmica, velocidade de ar e outras funcionalidades. O produtor pode acessar o sistema, de forma remota, e fazer as alterações necessárias. “Tudo pode ser feito pelo celular, com câmera para ver movimentação dos animais e acesso ao controlador em tempo real”, explica Márcio Perin, sócio-fundador da empresa. “Quanto melhor o controle da ambiência, menor o desgaste de energia do animal. Quanto menor o desgaste por homogeneidade térmica corporal, menos gasto de energia e toda energia absorvida pelo alimento vai ser transformada em produção”, acrescenta.

Ainda, na alimentação, existem silos de armazenagem e sistemas de pesagem em que, com um chip no animal, é realizada a distribuição de ração de acordo com o peso e a necessidade de cada cabeça.

Além de soluções para a pecuária, por meio de parcerias, a Confort’Agro também trabalha com biodigestores, tratamento de dejetos e produção de energia solar. “Hoje, o produtor quer um produto que não dê trabalho, possa instalar, automatizar ao máximo com o menor custo de mão de obra”, afirma.

Perin explica que a empresa também entrega projetos completos de acordo com a viabilidade de infraestrutura. Os produtores, principalmente que trabalham com avicultura, estão cada vez mais interessados na energia solar, devido à redução dos custos de produção que essa tecnologia proporciona. Ainda que não seja uma tecnologia diretamente relacionada à gestão da atividade pecuária, o impacto é extremamente significativo.

“Todo produtor busca, principalmente, o custo-benefício sobre a aquisição, que traz mais longevidade e tranquilidade a atividade”, finaliza.

Fonte: Agrolink

13 de Maio – Dia do Zootecnista – Parabéns

13 de Maio – Dia do Zootecnista – Parabéns

Esta data é uma homenagem ao profissional que se dedica em estudar e pesquisar métodos de potencialização da produção animal e vegetal com qualidade, sem prejudicar o meio ambiente, o bem-estar dos animais e a satisfação dos consumidores finais.

O Dia do Zootecnista é comemorado em 13 de maio em homenagem a data da primeira aula do curso de Zootecnia ministrado no Brasil: 13 de maio de 1966, no estado do Rio Grande do Sul.

Oficialmente, a profissão de zootecnista só passou a ser regularizada no país a partir do decreto de lei nº 5.550, de 4 de dezembro de 1968.

A Zootecnia é, literalmente, a “arte do animal” (palavra formada a partir dos radicais gregos zoon, que significa “animal”, e techne, que quer dizer “técnica” ou “arte”.

Profissional dedicado em solucionar as crises da produção animal e de alimentos, sempre pensando no equilíbrio do ecossistema… Esta é a missão principal de um excelente zootecnista! Obrigado pelo seu trabalho! Feliz Dia do Zootecnista!

Fonte: Calendarr

FARMIN – SEBRAE Traction 2017 – Curitiba PR

FARMIN – SEBRAE Traction 2017 – Curitiba PR

Farmin selecionada para programa de tração de Startups do SEBRAE-PR

Com o aumento da competitividade e o surgimento exponencial de empresas com base tecnológica, é imprescindível a busca constante por melhorias no seu modelo de negócios, comportamentais e revisão de seus verdadeiros objetivos.

A Farmin iniciou, nesta última sexta-feira 09/10, um programa focado em tracionar empresas organizado pelo SEBRAE-PR, um programa unificado pelo movimento StartupPR, que diga-se de passagem, está com um nível muito alto! Mas acima de tudo, queremos agradecer a ótima recepção neste primeiro final de semana, o conteúdo foi excelente e o network com as empresas não poderia ser diferente, estamos ansiosos para os próximos encontros. Com certeza, iremos abraçar esta oportunidade de crescimento e absorver todo o aprendizado para melhorar cada vez mais como empresa e também como pessoas.

Serão 04 etapas até o final de 2017 com o intuito de alinhar todas as estratégias de tração, os canais a serem utilizados e definir um plano de tração consistente para a startup.

Parabéns ao SEBRAE PR pela iniciativa.

Show me the action!

Equipe Farmin

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